Perspectiva pessoal de sentir a fé pelo padre Tiago (Paróquia de Válega), orador do primeiro encontro do NaFé.
A fé apesar de ser como uma paixão que não se explica tem motivos de existir e só se pode acreditar se a sentirmos. Um artigo que dá significado à Fé.
Ter fé ou não ter? Que diferença faz?
Os problemas existem também para os crentes, a fé não evita isso mas faz-nos descobrir "uma luz, um estímulo e um horizonte novo para viver". Faz-nos encontrar reconforto no meio do sofrimento e preocupações vivendo livres da autodestrição e do desespero.
PARA QUÊ CRER? Dá-nos aqui 11 boas razões.
Crer ou não crer, é o mesmo? Ser crente...
Confiar no mistério que encerra a criação: um Deus que é amor.
A vida é mais que esta vida.
Não vivemos sós e perdidos. Não estamos nas mãos do destino ou da fatalidade.
Sentir-se sustentado e estimulado por Deus para fazer este caminho com a dignidade e esperança próprias de um Filho de Deus.
Formamos uma só família porque Temos um mesmo Pai.
Na minha pequenez e fragilidade posso desempenhar um papel activo na vida dos outros e na sociedade.
Acreditar que o mal, a injustiça e a morte não têm a última palavra.
"Tu é que tens que escolher como é que queres viver e morrer. Se permaneces indiferente sem escolher nada já estás a escolher. Escolheste o não escolher. Provavelmente é a escolha mais pobre e desacertada"
No nosso grupo sentimos que a educação e gestão financeira era uma dificuldade e lacuna, por isso foi a temática escolhida como pano de fundo para uma RVO, cujo objectivo seria capacitar-nos para fazermos uma melhor gestão do nosso dinheiro, que nos permitisse enfrentar a actual situação económica em que vivemos.
Na primeira fase, a que corresponde a etapa de VER, procurámos perceber como é que os jovens vivem esta realidade, que comportamentos assumem perante estas questões, e qual é o papel do dinheiro nas suas vidas. Para tal, convidámos alguns jovens amigos que nos trouxeram perspectivas diferentes e que nos ajudaram a aprofundar um pouco mais esta etapa. Desta forma, constatamos que a maior parte dos jovens não possui uma gestão financeira muito saudável, não fazem orçamento, não têm critérios prudentes para definir prioridades acabando por se deixar levar pelo comboio do consumismo sem se dar conta disso, pois não têm consciência do que gastam e como o gastam. Em alguns casos percebemos que esta indisciplina deve-se ao facto dos jovens ainda estarem dependentes dos pais, dificultando a compreensão do verdadeiro valor do mesmo.
Na etapa do JULGAR, debruçámo-nos sob esta realidade, mas através dos olhos de Cristo, recorrendo aos textos bíblicos e à Doutrina Social da Igreja (D.S.I.). Aqui, com ajuda destes textos, procuramos ver que atitudes deveríamos ter para gerirmos da forma mais justa e cristã o nosso dinheiro. Estes textos ensinaram-nos que, devemos educar-nos para que a nossa satisfação se alicerce sobre o ser e não fundamentada no ter, pois a nossa alegria deve advir essencialmente das pequenas conquistas que nos tornam pessoas melhores e não das ambiciosas lutas para ter mais e mais. Não obstante, vimos que o pecado não é querer uma vida melhor, contudo, não podemos chamar uma vida melhor àquela que nos obriga ter mais do que é necessário, ter não para satisfazer as reais necessidades naturalmente humanas, mas sim para satisfazer as necessidades artificiais do homem.
Depois de ver a realidade e julga-la aos olhos de Cristo, tentámos transformá-la em atitudes, assumindo compromissos individuais e em grupo. Em grupo a nossa prioridade foi levar esta mensagem a outros jovens, com o intuito de incentivá-los de modo a serem mais responsáveis com o dinheiro que lhes chega às mãos. Para atingir esse fim, realizámos este vídeo, que é um misto de figuras estranhas, se não tristes, mas que te fará sorrir e perceber que: uma boa gestão e educação financeira te levarão a conseguir alguns trocos nos bolsos!
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Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra...
O Credo sintetiza tudo aquilo que o católico crê!
Ele é assim considerado "o mais antigo catecismo romano". Este não surgiu do nada mas de necessidades muito concretas. Para não ser mais uma ladeinha queremos aproveitar o Ano da Fé, Aproveitando a proposta de Bento XVI e dar a conhecer o que é o credo.
O Papa Paulo VI, que o escreveu, quis separar o joio do trigo e nos tempos difíceis que se viviam quis criar um farol/uma âncora para que os verdadeiros crentes não se deixassem iludir. "Sem Fé é impossível agradar a Deus"(Hb 11,6) Reza assim a tradição que os 12 artigos que constituem o credo foram escritos, cada um por seu turno por cada um dos apóstolos baseado naquilo que era a fé de todos.
O ato de fé está intimamente ligado à esperança e à caridade, porque verdadeiramente só acreditamos em quem confiamos e só confiamos em quem merece o nosso amor.
O Homem tem a sua origem em Deus e Deus mesmo a sua meta!
Para que a confiança exista é preciso conhecer aquilo em que acreditamos!
O documento em anexo fala nos de tudo isto e traz um pouco mais da história daquilo que hoje somos e acreditamos - Jesus é a verdade (Jo 14,6) e disse que a verdade nos libertará (Jo 8,32).